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	<title>Arquivos triagem pré-natal combinada - Nancy &amp; Gasparini</title>
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		<title>Triagem pré-natal combinada: entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Nancy &#38; Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 12:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[triagem pré-natal combinada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas afinal, o que seria a ser a triagem pré-natal combinada? A triagem pré-natal do primeiro trimestre combina dados no soro materno em conjunto com exames ultrassonográficos para estimar o risco fetal em relação a alterações cromossômicas responsáveis pelas síndromes genéticas mais frequentes, como Síndrome de Down, Edwards, Patau, Turner, além de trissomias dos cromossomos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mas afinal, o que seria a ser a <strong>triagem pré-natal combinada</strong>?</p>
<p>A triagem pré-natal do primeiro trimestre combina dados no soro materno em conjunto com exames ultrassonográficos para estimar o risco fetal em relação a alterações cromossômicas responsáveis pelas síndromes genéticas mais frequentes, como Síndrome de Down, Edwards, Patau, Turner, além de trissomias dos cromossomos sexuais.</p>
<p>Os exames combinados de 1º trimestre incluem medições:</p>
<ul>
<li>Beta-hCG sérica materna (total ou livre)</li>
<li>Gestação associada à proteína do plasma A (PAPP-A)</li>
<li>Translucência nucal fetal (por ultrassonografia)</li>
</ul>
<p>Importante ressaltar que este é um teste de triagem, não um teste de diagnóstico.</p>
<p>Se o teste mostrar que pode haver um problema, outro teste deve ser feito para confirmar ou descartar<br />
o diagnóstico.</p>
<h2>Período da realização da triagem pré-natal combinada</h2>
<p>A triagem de sangue é geralmente feita entre 9 e 14 semanas.</p>
<p>Por outro lado, é possível realizar quando ultrassom que ocorrerá entre 11 e 14 semanas.</p>
<h3>Realização da triagem</h3>
<p>Como informado inicialmente, a triagem ocorre com exames combinados, ou seja, com uma amostra de sangue e um exame de ultrassom.</p>
<p>Exame de sangue: Com a coleta do sangue é possível medir os níveis de duas proteínas.</p>
<p>Os níveis anormais podem significar que o bebê tem um risco acima da média de uma anormalidade cromossômica.</p>
<h3>Ultrassonografia</h3>
<p>Na <a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?ultrassonografia-obstetrica/">ultrassonografia</a> será possível ver a imagem do feto, de modo a mostrar a espessura do espaço na nuca do bebê.</p>
<p>O fluido extra na parte de trás do pescoço pode apontar para um risco maior de um distúrbio cromossômico.</p>
<p>Quando o resultado aponta para uma anormalidade, significa que o bebê possui uma anormalidade cromossômica.</p>
<p>Diante disso, deve ser realizado um segundo exame, a biópsia de vilosidades coriônicas (BVC), no qual detecta algumas patologias no feto, incluindo determinadas doenças genéticas familiares e defeitos na combinação dos cromossomos.</p>
<p>Aqueles que não apresentam alto risco no primeiro trimestre ainda recebem uma triagem no segundo trimestre.</p>
<p>Essa triagem, que consiste em exames de sangue, verifica anormalidades cromossômicas e defeitos do tubo neural e ajuda a confirmar os resultados obtidos na triagem do primeiro trimestre.</p>
<h3>Testes de triagem pré-natal combinada</h3>
<h4><strong>a) Triagem para um número anormal de cromossomos</strong></h4>
<p>Os cromossomos devem ser herdados em pares, sendo metade da mãe e a outra metade do pai.</p>
<p>Pode ocorrer durante a fertilização a ausência de partes do par de cromossomos.</p>
<p>No caso da Síndrome de Down há o cromossomo 21 extra.</p>
<p>Já na síndrome de Turner um cromossomo está ausente.</p>
<p>Para identificá-los será necessário a realização de uma triagem especifica:</p>
<ul>
<li>Triagem de DNA fetal livre de células: Nessa triagem é investigado números anormais de cromossomos em pequenos pedaços de DNA fetal, encontrados em seu sangue</li>
<li>Triagem de soro: Este tipo de teste também é feito por amostra de sangue.</li>
</ul>
<p>É analisado vários níveis de proteína no sangue para determinar o risco de números anormais de cromossomos.</p>
<h4><strong>b) Rastreamento de anormalidades físicas</strong></h4>
<p>Os cromossomos ausentes ou extras causam alterações na estrutura física da criança.</p>
<p>Pode ocorrer dos cromossomos estarem normais, mas a criança nascer com alguma anomalia física.</p>
<p>Nesse caso o exame de ultrassonografia é essencial para determinar o risco do feto de anormalidades físicas e avaliar se elas podem ou não ser causadas por anormalidades genéticas.</p>
<p>Os exames de ultrassonografia que podem apoiar o diagnóstico são:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.megaimagem.com.br/blog/translucencia-nucal-o-que-e/">Translucência nucal</a>: Nessa ultrassonografia é possível medir a espessura da parte de trás do pescoço do feto.<br />
Uma translucência nucal espessa indica risco de número anormal de cromossomos e de anormalidades físicas, como formação anormal do coração fetal. Esse exame deve ser realizado entre 11 e 14 semanas de gestação.</li>
<li>Varredura de anatomia fetal: Na ultrassonografia permite avaliar as estruturas físicas do feto, incluindo o cérebro em desenvolvimento, esqueleto, coração, rins, abdômen, rosto, braços e pernas. Esse exame é geralmente feito entre 18 e 20 semanas de gestação.</li>
</ul>
<h3>Triagem pré-natal combinada segundo trimestre</h3>
<p>A <strong>triagem pré-natal</strong> do segundo trimestre pode incluir exames de sangue, chamados de marcadores múltiplos.</p>
<p>Esses marcadores fornecem informações sobre o risco de uma mulher ter um bebê com certas condições genéticas ou defeitos congênitos.</p>
<p>A triagem geralmente é feita coletando uma amostra de sangue da mãe entre a 15ª e a 20ª semanas de gravidez (16ª a 18ª é o ideal).</p>
<p>O exame de sangue chamado de marcadores pode detectar:</p>
<ul>
<li>Triagem de alfa-fetoproteína: Ele mede o nível de alfa-fetoproteína no sangue da mãe durante a gravidez.<br />
A alfa-fetoproteína é uma proteína normalmente produzida pelo fígado fetal e está presente no fluido que envolve o feto (líquido amniótico), percorrendo a placenta para o sangue da mãe</li>
<li>Defeitos abertos do tubo neural</li>
<li>Outras anormalidades cromossômicas</li>
<li>Defeitos na parede abdominal do feto</li>
<li>hCG:<a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?hormonios-na-gravidez/"> hormônio</a> produzido pela placenta</li>
<li>Estriol: Um hormônio produzido pela placenta</li>
<li>Inibina: Um hormônio produzido pela placenta</li>
</ul>
<p>Assim como na triagem de primeiro trimestre a triagem de segundo trimestre não é diagnóstica.</p>
<p>Isso significa que não é totalmente preciso e é apenas um teste de triagem para determinar outros exames mais complexos.</p>
<p>Pode haver resultados falso-positivos, indicando um problema quando o feto é realmente saudável, ou resultados falso-negativos, indicando um resultado normal quando o feto realmente tem um problema de saúde.</p>
<p>Por essa razão, quando os múltiplos marcadores apresentarem anormalidade é sempre preciso realizar outros exames para confirmar o resultado.</p>
<p>Quando a gestante faz os testes de triagem de pré-natal combinada do primeiro e do segundo trimestre, a possibilidade do teste de detectar uma anormalidade é maior do que usar apenas uma triagem independentemente.</p>
<h2>Considerações finais sobre triagem pré-natal combinada</h2>
<p>A realização do pré-natal é essencial para o acompanhamento da gestação.</p>
<p>É por meio dele que é possível verificar eventuais problemas tanto para a mãe como para o bebê.</p>
<p>Para detectar possíveis más-formações fetais, é realizada a <strong>triagem pré-natal combinada</strong>, de primeiro e segundo trimestre.</p>
<p>Além disso, ela combina dados no soro materno em conjunto com exames ultrassonográficos para estimar o risco fetal.</p>
<p>Importante considerar que essa triagem faz a indicação de eventuais anormalidades, mas sempre é preciso realizar outros exames para a confirmação.</p>
<p>A combinação desse triagem sempre ocorre por meio do exame de sangue e ultrassonografia.</p>
<p>Por isso, a importância da realização dessa triagem principalmente por apontar se o feto tem uma condição genética anormal.</p>
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