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	<title>Arquivos gravidez - Nancy &amp; Gasparini</title>
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		<title>Câncer de mama durante a gestação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Nancy &#38; Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 11:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama afeta 1 em cada 1.000 mulheres grávida e ocorre principalmente em mulheres na faixa etária de 30 anos. Importante ressaltar que 80% das mulheres diagnosticadas com câncer de mama não têm um familiar com a doença Em que pese não ser tão comum o aparecimento de câncer de mama durante a gravidez, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>câncer de mama</strong> afeta 1 em cada 1.000 mulheres grávida e ocorre principalmente em mulheres na faixa etária de 30 anos.</p>
<p>Importante ressaltar que 80% das mulheres diagnosticadas com<strong> câncer de mama</strong> não têm um familiar com a doença</p>
<p>Em que pese não ser tão comum o aparecimento de <strong>câncer de mama</strong> durante a gravidez, a possibilidade pode ocorrer por conta muitas mudanças, que ocorrem nas mamas da mulher durante a gravidez, o que dificulta identificar caroços suspeitos.</p>
<p>O <strong>câncer de mama</strong> em mulheres grávidas são maiores e mais avançados no momento em que são detectados do que os nódulos em mulheres da mesma idade que não estão grávidas, em razão das <a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?hormonios-na-gravidez/">mudanças hormonais</a>.</p>
<h2>Principais causas da doença</h2>
<p>As células normais da mama tornam-se cancerosas devido a alterações na estrutura do DNA.</p>
<p>O <strong>câncer de mama</strong> é causado por danos ao DNA celular que levam ao crescimento celular descontrolado.</p>
<p>A maioria das pessoas que desenvolvem <strong>câncer de mama</strong> não tem fatores de risco e nenhum histórico familiar de câncer de mama.</p>
<p>No entanto, podemos elencar como causas:</p>
<ul>
<li>Idade</li>
<li>Histórico pessoal de câncer</li>
<li>Histórico familiar</li>
<li>Predisposição genética</li>
<li>Histórico de câncer de ovário</li>
<li>Menstruação precoce ou menopausa tardia</li>
<li>Gravidez</li>
<li>Reposição hormonal após a menopausa</li>
<li>Anticoncepcionais orais</li>
<li>Estilo de vida</li>
</ul>
<p>Apesar de não ter como prevenir completamente o <strong>câncer de mama</strong>, é possível diminuir o risco, com a prática de atividade física regular, evitar o uso de pílulas anticoncepcionais orais ou terapia de reposição hormonal após a menopausa.</p>
<h3>Sintomas de câncer de mama</h3>
<p>A doença pode se manifestar por meio de sintomas ou não.</p>
<p>Caso haja sintomas, eles são:</p>
<ul>
<li>Nódulos ou massas não dolorosas</li>
<li>Caroços ou inchaço sob os braços</li>
<li>Alterações ou secreção na pele do mamilo</li>
<li>Achatamento ou recuo perceptível da mama</li>
<li>Mudança no mamilo</li>
<li>Corrimento incomum do mamilo</li>
<li>Mudanças na sensação, tamanho ou forma do tecido mamário</li>
</ul>
<h3>Diagnóstico do câncer de mama em mulheres grávidas</h3>
<p>A importância da realização do pré-natal todos já sabem para preservar a saúde do bebê, mas também para a acompanhar a saúde da gestante.</p>
<p>Caso a mulher encontre um nódulo suspeito, o médico deverá solicitar uma mamografia ou ultrassom.</p>
<p>Os exames de imagem expõe o bebê a radiação; por isso, deve ter um cuidado dobrado para evitar a exposição do bebê a radiação.</p>
<p>Se o nódulo ainda for suspeito após esses exames, o médico solicitará uma biópsia.</p>
<h3>Ressonância magnética e ultrassom da mama</h3>
<p>Para a confirmação da doença, será solicitada a realização da ressonância magnética, no qual permitirá que o tecido mamário canceroso apareça com mais nitidez.</p>
<p>Esse exame pode ser feito com <a href="https://www.megaimagem.com.br/blog/ressonancia-com-contraste/">contraste</a>, pois permitirá que o médico radiologista visualize áreas cancerígenas porque o contraste tende a ser mais concentrado em áreas de crescimento do câncer.</p>
<p>A mamografia é o exame inicial para a detecção do câncer.</p>
<p>Com o aparecimento de nódulos suspeitos, é solicitado um <a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?doencas-mais-comuns-no-exame-de-ultrassom/">ultrassom</a>.</p>
<p>Ele pode demonstrar cistos cheios de líquido que não são cancerígenos.</p>
<p>Não só na confirmação do diagnóstico, o ultrassom é utilizado como rastreamento de rotina em algumas mulheres com maior risco de desenvolver <strong>câncer de mama</strong>.</p>
<h3>Confirmação do câncer de mama</h3>
<p>Após os exames e a biópsia confirmarem o câncer de mama e a doença estiver nos estágios I e II, os médicos recomendarão a realização de cirurgia para remover o nódulo suspeito ou a mama afetada.</p>
<p>Durante a cirurgia, o cirurgião examinará os gânglios linfáticos para verificar se foram afetados e os removerá para evitar que o câncer se espalhe.</p>
<p>Se for necessário administrar quimioterapia, será preciso aguardar o primeiro trimestre para reduzir as chances de prejudicar o bebê.</p>
<p>Se o câncer estiver mais avançado (estágio III ou IV), as chances do tratamento prejudicar o bebê são grandes.</p>
<p>Há casos que mesmo com o tratamento (cirurgia e quimioterapia) a sobrevida da mulher girará em um ou dois anos.</p>
<p>Diante disso, cabe a gestante com seu médico decidirem qual seria a melhor forma de proteger a saúde do bebê.</p>
<h4>Terapia hormonal</h4>
<p>Após a confirmação, os médicos podem recomendar um dos tratamentos, que pode ser a terapia hormonal.</p>
<p>Os hormônios femininos estrogênio ou progesterona ativam algumas células do câncer de mama.</p>
<p>A terapia hormonal pode interromper ou retardar o crescimento de tumores, impedindo que as células cancerígenas recebam os hormônios de que precisam para crescer.</p>
<p>Geralmente, os médicos administram a terapia hormonal após a cirurgia, mas também podem administrá-la para reduzir a chance de desenvolver câncer de mama em mulheres de alto risco.</p>
<h3>A amamentação durante o tratamento de câncer</h3>
<p>A mulher, com <strong>câncer de mama,</strong> poderá amamentar normalmente seu filho.</p>
<p>Por outro lado, caso esteja realizando o tratamento de quimioterapia, a orientação é suspender a amamentação em razão dos medicamentos, por conta do risco em contaminar no leite materno.</p>
<p>Outro ponto muito importante refere-se o surgimento da gravidez após passar por <strong>câncer de mama</strong>.</p>
<p>Se a mulher se submeteu extensa radiação, quimioterapia ou transplante de medula óssea, a criança pode a vir ter problemas.</p>
<p>Alguns médicos acreditam que adiar a gravidez por cerca de dois anos após o tratamento do <strong>câncer de mama</strong> diminuirá a probabilidade do câncer voltar durante a gravidez.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em síntese, o aparecimento do <strong>câncer de mama</strong> em mulheres grávidas são maiores e mais perigosos.</p>
<p>Por conta da alteração hormonal em razão da gravidez, os nódulos são maiores e muitas descobertos<br />
em estágio avançado.</p>
<p>A realização do pré-natal não é somente para acompanhamento do desenvolvimento do bebê, mas também para acompanhar a saúde da gestante, por isso da sua importância.</p>
<p>No início da gravidez, os médicos podem utilizar essas terapias após a confirmação da doença, englobando a quimioterapia, terapia hormonal ou radioterapia.</p>
<p>Se o câncer estiver em estágio avançado, o tratamento pode prejudicar o bebê.</p>
<p>O tratamento com quimioterapia não recomenda-se enquanto o bebê estiver em amamentação, pois o bebê poderá ingerir a substância.</p>
<p>Ou seja, a gravidez é um momento único na vida da mulher, por isso o acompanhamento médico deve ser feito antes e durante toda a gestação.</p>
<p>O tratamento e a preservação da saúde do bebê serão mais eficazes quando encontrarmos o câncer de mama o mais cedo possível.</p>
<hr />
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