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	<title>Arquivos Sem categoria - Nancy &amp; Gasparini</title>
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		<title>Exercício físico e a longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Nancy &#38; Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 12:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Longevidade, você também busca por ela? Se sua resposta foi sim, esse conteúdo é para você. A boa notícia é que se você é sedentário e passa a fazer 90 minutos de exercícios por semana, de qualquer atividade física, você reduz em 14% o risco de morte por todas as causas, e a melhor parte, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>L<strong>ongevidade, </strong>você também busca por ela? Se sua resposta foi sim, esse conteúdo é para você.</p>
<p>A boa notícia é que se você é sedentário e passa a fazer 90 minutos de exercícios por semana, de qualquer atividade física, você reduz em 14% o risco de morte por todas as causas, e a melhor parte, sem nenhuma medicação, melhorando assim sua <strong>longevidade</strong>.</p>
<p>A atividade física é fundamental para ter saúde mental, cardíaca, emocional e evitar o declínio cognitivo, aumentando em média uma década de vida com aumento indiscutível <strong>longevidade</strong> nesta década adicional!</p>
<h2>Em busca da longevidade: por onde começar?</h2>
<p>É fundamental ter o aval de um médico para saber se estamos fisicamente aptos antes de iniciar um programa de prática de atividade física.</p>
<p>Recomenda-se sempre fazer um programa de atividade física com a orientação de um fisioterapeuta ou de um professor de educação física para sugerir as melhores modalidades e as intensidades mais adequadas de acordo com cada indivíduo e cada tipo de objetivo (perder peso, ganhar massa muscular, ganhar resistência física, etc.)..</p>
<p>Neste sentido, é importante também realizar a adaptação das mesmas diante de alguma limitação/lesão física ou doença, paralelamente corrigindo a execução para evitar lesões.</p>
<h3>Os pilares da atividade física</h3>
<p>A atividade física tem três pilares que são complementares e indissociáveis para se ter saúde:</p>
<ul>
<li>Atividade física aeróbica para a saúde do coração e do cérebro (produção de fator de regeneração neural &#8211; reduz risco de demência!);</li>
<li>Atividade física para se ter força muscular (ginástica, musculação, ioga, pilates) &#8211; a força muscular também se relaciona com a incidência de demência;</li>
<li>Atividade física para se ter equilíbrio e manter a estabilidade das juntas e das articulações &#8211; esta última é a mais fundamental e mais importante para que se consiga praticar os dois primeiros tipos de atividade física e evitar desgastes e lesões evitáveis, muitas vezes irreparáveis e permanentes.</li>
</ul>
<h3>Atividade física aeróbica e o VO2max</h3>
<p>Na atividade física aeróbica, nossa capacidade de &#8220;fôlego&#8221; pode ser medida por vários indicadores, um deles é o <a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?vo2max/">VO2max.</a></p>
<p>Ele  pode ser medido indiretamente por relógios inteligentes (smartwatches) que possuem oxímetro (medidor do nível de oxigênio no sangue).</p>
<p>Atualmente dispomos de vários modelos, desde os mais caros como o Apple Watches até os mais acessíveis como o smartband7 da Xiaomi.</p>
<p>Estes equipamentos medem o VO2max quando se seleciona o exercício de corrida ou caminhada livre por mais de 15 minutos.</p>
<p>O VO2max mede nossa capacidade de gerar energia através de uma organela intracelular chamada mitocôndria, correspondendo à nossa capacidade energética do que conseguimos ou não conseguimos fazer.</p>
<p>Traduz também a capacidade de queimar ácidos graxos (provenientes da gordura corporal) ao invés de somente glicose.</p>
<p>Quanto mais saudável, maior é o nosso VO2max e maior a capacidade de queimar ácidos graxos ao invés de queimar somente glicose para gerar energia, contribuindo para nossa <strong>longevidade</strong>.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-825 size-full" src="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Como-o-VO2max-cai-com-a-idade-e1695044129153.jpg" alt="Como o VO2max cai com a idade e diminui a longevidade" width="487" height="661" srcset="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Como-o-VO2max-cai-com-a-idade-e1695044129153.jpg 487w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Como-o-VO2max-cai-com-a-idade-e1695044129153-221x300.jpg 221w" sizes="(max-width: 487px) 100vw, 487px" /></p>
<h3>Doenças que impactam a longevidade</h3>
<p>O diabetes mellitus, o sedentarismo, a resistência insulínica e a síndrome metabólica diminuem o VO2max, diminuindo assim a <strong>longevidade</strong>, o que faz com que se acabe queimando preferencialmente ou somente glicose para gerar energia.</p>
<p>Ou seja, sua capacidade de correr, subir uma montanha, subir escadas, carregar uma criança no colo ou carregar suas próprias malas depende do VO2max que você possui e não necessariamente da sua idade.</p>
<p>Se você tiver um VO2max alto, pode conseguir fazer esforços e atividades que pessoas décadas mais jovens poderão não conseguir!</p>
<h4>O comportamento natural do VO2max</h4>
<p>Em geral, o VO2max diminui 10% por década (17% a partir dos 70 anos) se não fizermos atividade física específica sob orientação.</p>
<h5>Exemplos:</h5>
<ul>
<li>Assistir TV no sofá precisa de um VO2max de 3;</li>
<li>Correr precisa de um VO2max de 25 a 30;</li>
<li>Subir montanhas precisa de um Vo2 max de 30 (1mph = 1,6 km/h; 1 libra = 0,453592 kg);</li>
</ul>
<h5>Vo2max e a idade:</h5>
<ul>
<li>Aos 50 anos, o percentil 50% do VO2 max = 33;</li>
<li>Aos 55 anos, o percentil 50% do VO2 max = 30;</li>
<li>Aos 80 anos, o percentil 50% do VO2 max é de 21, não se conseguindo com isso mais subir uma montanha!</li>
</ul>
<p>Comparando o VO2max do percentil 0-25% com o percentil 50%-75%, observa-se redução de 50% de mortalidade &#8211; nem mesmo parar de fumar, fazer dieta saudável ou mesmo medicação fazem tudo isso sozinhos!</p>
<p>As metas de VO2max que o autor sugere para se ter uma excelente qualidade de vida quando idoso são:</p>
<ul>
<li>Meta número 1: atingir o nível elite de VO2max: os 2% mais altos de VO2max para idade e sexo;</li>
<li>Meta número 2: atingir nível elite de VO2max: os 2% mais altos de VO2max para idade e sexo, PORÉM, 2 décadas mais jovens. Ou seja, se aos aos 35 anos o VO2max médio é de 35, conseguindo correr com pace 10; aos 70 anos, só 5% com os VO2max mais altos conseguem fazer isso!</li>
</ul>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-826 size-full" src="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/VO2max-ajuda-a-pessoas-de-80-anos-escalar-o-Everest-e1695043690718.jpg" alt="VO2max ajuda a pessoas de 80 anos escalar o Everest e ter longevidade" width="725" height="674" srcset="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/VO2max-ajuda-a-pessoas-de-80-anos-escalar-o-Everest-e1695043690718.jpg 725w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/VO2max-ajuda-a-pessoas-de-80-anos-escalar-o-Everest-e1695043690718-300x279.jpg 300w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></p>
<p>Ou seja, se aos 45-50 anos com 32 de VO2max consegue-se subir degraus de escadas lentamente; aos 75 anos, somente os 5% com VO2max mais altos (elite) conseguirão!</p>
<p>E vamos além: se aos 55 anos é preciso ter um VO2max de 45 a 49 (elite 2 décadas mais jovens) para poder subir montanha aos 90 anos.</p>
<h5>Existe um limite mínimo de VO2max para se manter vivo</h5>
<ul>
<li>Para o homem, o VO2max precisa ser &gt;=18.</li>
<li>Para a mulher, o VO2max precisa ser &gt;=15.</li>
</ul>
<p>Existem exercícios que evitam a diminuição natural do VO2max com a idade: são os chamados exercícios da Zona 2.</p>
<p>São aqueles que correspondem de 70% a 85% da frequência cardíaca máxima (ex.: se a frequência máxima = 166 batimentos por minuto, a zona 2 é o exercício que a frequência cardíaca fica entre 116 e 141 bpm).</p>
<p>Outra definição seria referente  aquele exercício que você consegue falar, mas não se sente bem em manter a conversa (zona 1: conversa normalmente; zona 3: não consegue falar uma frase inteira).</p>
<p>O exercício zona 2 utiliza fibras musculares tipo 1 lentas e corresponde ao exercício com o máximo esforço que podemos fazer sem gerar lactato ou ácido lático.</p>
<p>A frequência semanal do exercício na zona 2 para evitar a queda do VO2max com a idade precisa totalizar 3 horas/semana ou 4 vezes 45 minutos.</p>
<p>Ou sejam exercícios de bicicleta na zona 2 através da medida em watts nas bicicletas ergométricas:</p>
<h5>Curiosidade</h5>
<p>A pessoa sedentária, produz 1 watt/kg (ex. 78 kg -&gt; 78 watts) ou até 100 watts, através de metabolismo anaeróbico &#8211; mesmo em repouso, produz lactato devido ao mau funcionamento da mitocôndria.</p>
<p>Já as pessoas rezoávelmente &#8220;fitness&#8221;  produz 2 watts/kg (ex. 78 kg = 156 watts).</p>
<p>Agora, aquela pessoa totalmente &#8220;fitness&#8221;  produz 3 watts/kg (ex. 78 kg = 238 watts). E os atletas de alto desempenho,  produzem 4 watts/kg (ex. 78 kg = 312 watts) devido ao número e à qualidade das mitocôndrias.</p>
<p>Uma outra curiosidade é sobre os ciclistas profissionais, que treinam 30 a 35 horas por semana, 80% do tempo na zona 2. Estes também tem um excelente desempenho do Vo2max.</p>
<h3>A garantia da longevidade para paciente diabéticos</h3>
<p>Pacientes portadores de Diabetes Mellitus, se realizarem treinamentos com exercício na zona 2 aumentam em 100% a absorção de glicose (transporte glicose para dentro da célula sem necessidade de insulina).</p>
<p>Ou seja, por meio do treino na zona 2, é possível aumentar o VO2max nos idosos em 13% após 8-10 semanas de treinamento e em 17% após 24-32 semanas de treinamento.</p>
<h4>Case de sucesso</h4>
<p>Um  ciclista francês de 101 anos com VO2max de 31, após meses de treinamento específico conseguiu aumentar o VO2max para 35, o que corresponde a um VO2max médio de uma pessoa com 35 anos de idade</p>
<p>Veja alguns números:</p>
<ul>
<li>Atletas ciclistas de 80 anos têm VO2max de 38;</li>
<li>Atleta ciclista de 91 anos tem VO2max de 36;</li>
</ul>
<p>Neste sentido, se os idosos acrescentarem 6 na VO2max ou aumentar 25% o VO2max, seria o equivalente a subtrair 12 anos na idade!!</p>
<h3>Como aumentar a longevidade melhorando o VO2max?</h3>
<p>Existem exercícios que aumentam o VO2max.</p>
<p>Ou seja, por meio de exercícios de alta intensidade intercalados por exercícios em que a frequência cardíaca fica abaixo de 100 bpm ocorre um estímulo para o aumento do número (biogênese) das mitocôndrias, que são as unidades geradoras de energia e destruição/reciclagem (autofagia) das mitocôndrias mal funcionantes!</p>
<p>Ou seja, a frequência de 1 a 2 vezes por semana, 4 a 6 repetições por sessão, com as seguintes durações de cada fase de intensidade:</p>
<ul>
<li>4 minutos de máximo esforço que consegue sustentar</li>
<li>4 minutos (3 até 8 minutos) de corrida leve para a frequência cardíaca ficar &lt;100 bpm.</li>
</ul>
<h4>Sugestão de Exercício</h4>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-827 size-full" src="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Robert-Marchand_Ciclista-mais-velho-do-mundo.jpg" alt="Robert Marchand_Ciclista mais velho do mundo: prova de longevidade" width="369" height="409" srcset="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Robert-Marchand_Ciclista-mais-velho-do-mundo.jpg 369w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Robert-Marchand_Ciclista-mais-velho-do-mundo-271x300.jpg 271w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /></p>
<p>Robert Marchand: Ciclista mais velho do mundo</p>
<p>Bicicleta ergométrica: O pace do VO2max gasta 33% mais energia do que o pace da zona 2.</p>
<p>Se o seu pace da bicicleta na zona 2 for de 150 watts, o pace da intensidade do exercício para aumentar o VO2max é de 200 watts durante 4 minutos por sessão, intercalado por 4 minutos de frequência cardíaca abaixo de 100 bpm (4 a 6 repetições por sessão).</p>
<p>Os intervalos têm que ser suficientes para a frequência cardíaca baixar para menos de 100.</p>
<p>Além do treino aeróbico, o treino de força/resistência é muito importante para a saúde, pois como a  massa muscular começa a diminuir aos 30 anos, havendo uma redução de 40% na massa muscular da secção transversa do músculo vasto lateral aos 80 anos em comparação com os 25 anos.</p>
<p>Na terceira idade, perde-se a força 2 a 3 vezes mais rápido do que a massa muscular e perde-se energia (força/tempo) 2 a 3 vezes mais rápido do que a força,</p>
<p>Ou seja, com o envelhecimento, perdemos mais fibras rápidas tipo 2!</p>
<p>Neste sentido, apenas as atividades do dia a dia ou o treino na zona 2 não evitam essa perda! É necessário treino de força.</p>
<p>Alguns dias de inatividade, como exemplo 10 dias acamado, há perda de 1,5 kg de músculo!</p>
<h3>Vamos falar sober a Sarcopenia?</h3>
<p>A sarcopenia  corresponde ao diagnóstico de perda da massa muscular associada a fraqueza/desequilíbrio e/ou perda de energia.</p>
<p>Essa fragilidade corresponde a:</p>
<ul>
<li>perda de peso involuntária,</li>
<li>exaustão e baixa energia,</li>
<li>lentificação da marcha,</li>
<li>baixa atividade física,</li>
<li>fraca força muscular medida no dinamômetro,</li>
<li>dificuldade de levantar e andar,</li>
<li>risco alto de cair e de quebrar ossos.</li>
</ul>
<p>Por esse motivo, a baixa massa muscular é fator de risco para a osteoporose.</p>
<p>A atividade física resistida com peso e, com menos importância, o impacto gerado pela corrida, têm papéis importantes para ajudar no tratamento da osteoporose e na <strong>longevidade</strong>.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-828 size-full" src="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Proporcao-massa-corporal.jpg" alt="Proporção massa corporal pa longevidade" width="731" height="475" srcset="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Proporcao-massa-corporal.jpg 731w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/09/Proporcao-massa-corporal-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></p>
<p>A mortalidade decorrente das complicações de fratura osteoporótica de quadril em pacientes com mais de 65 anos chega a 15% a 30% em 1 ano e a morbidade/sequelas permanentes decorrentes da fratura chegam a 30%.</p>
<p>Neste sentido, a força muscular pode ser medida por quanto de peso você consegue carregar.</p>
<h4>Exercícios que mantêm e melhoram a força e a energia musculares</h4>
<ul>
<li>andar ou subir montanha com passos rápidos (isso também aumenta o Vo2max) com mochila nas costas de 22-25 kg de 3 a 4 vezes por semana;</li>
<li>exercício de Força com a mão: andar com 50% do seu peso em cada mão, por 2 minutos para homens e 1,5 minutos para mulheres;</li>
<li>fazer exercícios resistidos com força concêntrica e excêntrica (ginástica, musculação);</li>
<li>fazer exercícios resistidos em todos os ângulos com os músculos da perna;</li>
<li>exercícios de equilíbrio</li>
</ul>
<p>Mas lembre-se: os exercícios de equilíbrio devem ser  executados sob a orientação de especialistas.</p>
<p>Além disso devem ser prescritos individualmente após análise de cada caso, para o fortalecimento dos músculos responsáveis pelo equilíbrio, bem como da correção de desvios e da postura e de assimetrias musculares de volume e força.</p>
<h5>Referência Bibliográfica</h5>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Outlive-Science-Longevity-Peter-Attia/dp/0593236599/ref=asc_df_0593236599/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379728738178&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=8783155683059575310&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001729&amp;hvtargid=pla-1662401413338&amp;psc=1">Outlive the sciênce &amp; Art of longevity</a> &#8211; Peter Attia, Md With Bill Gifford</p>
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			</item>
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		<title>Novo hábito? Como mudar e adquiri-lo?</title>
		<link>https://nancyegasparini.com.br/lp/novo-habito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Nancy &#38; Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 12:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo hábito? Mudanças positivas em nossas vidas muitas vezes estão ligadas à aquisição ou alteração de hábitos. A capacidade de moldar nossos comportamentos é uma ferramenta poderosa para alcançar objetivos, melhorar nossa saúde e bem-estar, e promover crescimento pessoal. No entanto, a tarefa de mudar ou adquirir um novo hábito pode ser desafiadora e requer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novo hábito?</p>
<p>Mudanças positivas em nossas vidas muitas vezes estão ligadas à aquisição ou alteração de hábitos.</p>
<p>A capacidade de moldar nossos comportamentos é uma ferramenta poderosa para alcançar objetivos, melhorar nossa saúde e bem-estar, e promover crescimento pessoal.</p>
<p>No entanto, a tarefa de mudar ou adquirir um <strong>novo hábito</strong> pode ser desafiadora e requer compreensão das estratégias eficazes envolvidas.</p>
<p>Este artigo explora de maneira abrangente o processo de como mudar ou adquirir <strong>novo hábito</strong>, analisando os princípios psicológicos, científicos e práticos que sustentam essa transformação.</p>
<p>Investigaremos como os hábitos são formados no nível neural e como o ciclo do hábito influencia nossos comportamentos diários.</p>
<p>Além disso, examinaremos técnicas consolidadas, como o &#8220;gatilho-recompensa-rotina&#8221;, a definição de metas realistas e a construção de uma mentalidade resiliente para enfrentar desafios.</p>
<p>Ao compreender a ciência por trás da formação do <strong>novo hábito</strong> e as estratégias comprovadas para sua mudança, estaremos melhor preparados para enfrentar os obstáculos que surgem durante esse processo.</p>
<p>Este artigo servirá como um guia abrangente para quem deseja transformar sua vida por meio da modificação consciente de hábitos, promovendo um caminho eficaz em direção ao crescimento pessoal e ao alcance de metas duradouras.</p>
<h2>Hábitos e comportamento</h2>
<p>Aproximadamente 45% dos nossos comportamentos são automáticos.</p>
<p>Sabe-se que alterar hábitos constitui um processo desafiador. Entretanto, será possível modificar ou adquirir um <strong>novo hábito</strong>?</p>
<p>Tem-se falado bastante sobre a <a href="https://harpersbazaar.uol.com.br/estilo-de-vida/regra-dos-21-dias-como-atingir-as-metas-de-2021/">Regra dos 21 dias</a>, também conhecida como &#8220;Técnica dos 21 dias&#8221;, que propõe a crença de que cerca de 21 dias são necessários para criar ou romper um <strong>novo hábito</strong>.</p>
<p>A concepção subjacente a essa regra sugere que, ao realizar consistentemente uma ação específica durante esse período, ela se tornará automática e incorporada à rotina.</p>
<p>Todavia, a noção de que praticar algo por 21 dias resultará na mudança ou aquisição de um <strong>novo hábito</strong> é, na verdade, enganadora e não opera dessa maneira!</p>
<p>Existem 5 componentes essenciais para alterar ou adquirir um novo hábito:</p>
<h3>1. Propósito para um novo hábito</h3>
<p>Possuir um propósito é mais relevante e eficaz do que apenas conceber o resultado ou a quantidade de resultados.</p>
<p>É crucial focar na significância de auxiliar os outros. Por exemplo, melhorar os hábitos alimentares ou de exercícios não apenas diminuirá as chances de adoecer, mas também reduzirá o sofrimento das pessoas que se importam conosco.</p>
<h3>2. Gatilhos</h3>
<p>Identificar os gatilhos que desencadeiam o hábito que se deseja alterar é de suma importância.</p>
<p>Reconhecer e modificar esses gatilhos é fundamental para efetivamente alterar ou adquirir um <strong>novo hábito</strong>.</p>
<p>Os gatilhos que precisam ser modificados para um hábito são:</p>
<ul>
<li>local onde o hábito ocorre,</li>
<li>horário em que ocorre,</li>
<li>estado emocional no momento, as pessoas presentes e a ação imediatamente anterior ao hábito. Por exemplo, se deseja exercitar-se após o trabalho, mas ao chegar em casa, se direciona imediatamente ao sofá (gatilho de local) e liga a TV (gatilho de ação prévia), é provável que permaneça no sofá e não realize os exercícios.</li>
</ul>
<h3>3. Micro Hábito</h3>
<p>Quando o gatilho que iniciará a mudança ou a adoção de um novo hábito ocorrer, não deve demorar mais do que seis segundos para iniciar uma nova ação ou comportamento pequeno que o conduza ao que deseja fazer.</p>
<p>Por exemplo, ao chegar em casa após o trabalho, em vez de ir ao sofá, vá imediatamente ao quarto (novo gatilho), onde suas roupas de exercício já estão preparadas, troque de roupa (micro hábito) e saia para se exercitar.</p>
<p>Ou, após o trabalho, não vá para casa (mudança de gatilho), vá diretamente para o local onde deseja realizar a nova atividade, com uma roupa de exercício já pronta.</p>
<h3>4. Prática Efetiva no desenvolvimento de novo hábito</h3>
<p>Pratique pequenas partes do <strong>novo hábito</strong> separadamente, realizando-o tanto de forma rápida quanto lenta.</p>
<p>Aplique o conceito de Kaizen para iniciar um <strong>novo hábito</strong>: comece de maneira gradual (por exemplo, uma vez por semana) e aumente gradualmente a frequência ao longo de meses ou semanas, conforme se sentir mais à vontade (por exemplo, após algum tempo, tente <a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?vo2max/">aumentar para duas vezes por semana</a>).</p>
<p>Caso consiga manter essa frequência, ótimo!</p>
<p>Em caso de falha, retorne à frequência menor anterior, mas nunca desista da prática, mesmo que seja poucas vezes por mês, pois a tendência, se mantivermos a prática, é evoluir com o tempo!</p>
<p>Celebre todas as conquistas e progressos ao praticar o novo hábito.</p>
<h3>5. Elabore um plano</h3>
<ol>
<li>Identifique os gatilhos: local, horário, estado emocional, pessoas, ação imediatamente anterior.</li>
<li>Reconheça o hábito antigo que deseja alterar.</li>
<li>Defina o novo hábito que será iniciado em menos de 6 segundos.</li>
<li>Planeje e treine como retornar ao novo hábito caso ocorra uma interrupção, como perder um dia ou comer algo que não deveria. A persistência é mais crucial do que uma rápida evolução.</li>
</ol>
<p>Manter uma frequência, mesmo que baixa, no <strong>novo hábito</strong> ao longo do tempo levará a um progresso constante até que o novo hábito substitua totalmente o antigo.</p>
<p>Ter um &#8220;buddy&#8221; (companheiro) para auxiliar é uma ótima ideia, por exemplo, um amigo para ir à academia junto.</p>
<p>Portanto, comece de maneira suave, inicie com ações pequenas e evolua gradualmente.</p>
<p>Em caso de retrocesso, retorne e tente progredir novamente. Nada é mais poderoso do que o hábito!</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>O processo de mudança e aquisição de novos hábitos é uma jornada complexa e desafiadora, mas altamente recompensadora.</p>
<p>Neste artigo, exploramos como as mudanças positivas em nossas vidas estão intrinsecamente ligadas à nossa capacidade de moldar comportamentos.</p>
<p>Através da compreensão dos princípios psicológicos, científicos e práticos por trás dessa transformação, podemos enfrentar os desafios com confiança.</p>
<p>Descobrimos que a duração mítica de 21 dias para formar um hábito é, na verdade, enganadora.</p>
<p>Em vez disso, entendamos que a mudança de hábitos envolve uma combinação de propósito, identificação de gatilhos, adoção de micro hábitos, prática efetiva e um plano detalhado.</p>
<p>A persistência se revela fundamental, superando retrocessos e celebrando cada progresso.</p>
<p>Ao adotar uma abordagem gradual e incluir um &#8220;buddy&#8221; ou parceiro de mudança, podemos enfrentar essa jornada com mais motivação e apoio.</p>
<p>Assim, a modificação consciente de hábitos se torna um veículo para o crescimento pessoal, bem-estar aprimorado e realização duradoura de metas.</p>
<p>À medida que continuamos a explorar e compreender a ciência por trás dos hábitos, nos capacitamos para transformar nossas vidas de maneira positiva e significativa.</p>
<p>Portanto, que possamos abraçar essa jornada de mudança de hábitos com determinação e perseverança, sabendo que cada passo nos aproxima do nosso potencial mais elevado.</p>
<h2>Bibliografia</h2>
<ul>
<li>The Coaching Habit&#8221; &#8211; Michael Bungay Stanier</li>
<li>Triggers: Creating Behavior That Lasts: Becoming the Person You Want &#8211; Marshall Goldsmith &amp; Mark Reiter</li>
<li>Kaizen: The Japanese Method for Transforming Habits &#8211; Sarah Harvey (2019)</li>
<li>Leitura adicional: <a href="http://www.coachinghabits.com/" target="_new" rel="noopener">www.coachinghabits.com</a> &#8211; &#8220;How to Building solid habits&#8221;</li>
</ul>
<hr />
<p>Por</p>
<p><strong>Dr Luis Gasparini</strong></p>
<ul>
<li>Médico Radiologista</li>
<li>Pós-graduado em medicina fetal e ecocardiograma fetal,</li>
<li>Realiza exames de ultrassonografias obstétricas há mais de 30 anos,</li>
<li>Sócio fundador da clínica Nancy &amp; Gasparini</li>
</ul>
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		<title>VO2max como aliado para uma vida melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Nancy &#38; Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 12:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos falar sobre o VO2max, no entanto, precisamos entender que atualmente, estamos testemunhando uma transformação marcante na demografia mundial, caracterizada pelo envelhecimento da população. Esse fenômeno resulta dos avanços na medicina, melhores condições de vida e uma mudança nos hábitos e estilo de vida das pessoas. No entanto, a pergunta que permanece é: estamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos falar sobre o <strong>VO2max</strong>, no entanto, precisamos entender que atualmente, estamos testemunhando uma transformação marcante na demografia mundial, caracterizada pelo envelhecimento da população.</p>
<p>Esse fenômeno resulta dos avanços na medicina, melhores condições de vida e uma mudança nos hábitos e estilo de vida das pessoas.</p>
<p>No entanto, a pergunta que permanece é: estamos envelhecendo com saúde? Estamos mantendo a qualidade de vida?</p>
<p>A resposta poderia ser afirmativa!</p>
<p>Isso se deve ao fato de que, com o acesso facilitado à informação, as pessoas podem adotar hábitos mais saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos (sob orientação) e uma alimentação balanceada. Isso contribui para uma expectativa de vida mais longa e uma terceira idade mais ativa e engajada.</p>
<h2>A longevidade no Brasil</h2>
<p>Infelizmente, o Brasil lidera o ranking dos países onde menos se praticam exercícios físicos.</p>
<p>Um estudo denominado Pesquisa Saúde e Trabalho, conduzido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e divulgado em 26 de junho de 2023 em Brasília, revelou que 52% dos brasileiros raramente ou nunca praticam atividades físicas.</p>
<p>Entre os que se exercitam, 22% se dedicam diariamente, 13% ao menos três vezes por semana e 8% pelo menos duas vezes semanais.</p>
<p>O levantamento foi realizado entre 10 e 14 de março de 2023, entrevistando 2.021 pessoas em todos os estados.</p>
<p>Entretanto, esta estatística pode ser modificada e depende de cada indivíduo buscar meios para alcançar uma <a href="https://www.nancyegasparini.com.br/blog/?excesso-de-peso-na-gravidez/">vida mais saudável e equilibrada</a>.</p>
<h3>A importância do VO2max</h3>
<p>O <strong>VO2max</strong> representa nossa capacidade de gerar energia por meio das mitocôndrias, estruturas celulares que estão relacionadas com nossa capacidade de correr, subir montanhas, carregar peso ou executar tarefas físicas.</p>
<p>Dependendo do <strong>VO2max</strong>, e não necessariamente da idade, é que conseguimos realizar essas atividades.</p>
<p>Ter um <strong>VO2max</strong> elevado permite realizar atividades que até mesmo pessoas décadas mais jovens podem não conseguir fazer.</p>
<p>Essa medida, além de refletir nossa capacidade energética, também indica nossa habilidade de queimar ácidos graxos em vez de depender unicamente da glicose.</p>
<p>Quanto mais saudáveis somos, maior é nosso <strong>VO2max</strong>, o que implica em uma maior capacidade de utilizar ácidos graxos para gerar energia, ao invés de depender somente da glicose.</p>
<p>Condições como:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.megaimagem.com.br/blog/diabetes-mellitus-qual-a-relacao-com-o-figado/">diabetes mellitus</a>,</li>
<li><a href="https://www.megaimagem.com.br/blog/sedentarismo-o-que-preciso-saber/">sedentarismo</a>,</li>
<li>resistência insulínica,</li>
<li>síndrome metabólica reduzem o <strong>VO2max</strong>, levando a uma preferência pelo uso de glicose como fonte de energia.</li>
</ul>
<h3>Como ocorre naturalmente o declínio do VO2max com a idade?</h3>
<p>O <strong>VO2max</strong> diminui em média 10% a cada década e, após os 70 anos, essa redução pode chegar a 15% por década.</p>
<p>Isso significa que, aos 55 anos, por exemplo, a capacidade de realizar esforços físicos como subir montanhas diminui consideravelmente em comparação com décadas anteriores.</p>
<p>Aos 55 anos, para conseguir subir uma montanha, é necessário possuir um <strong>VO2max</strong> entre 45 e 49, equivalente a um atleta de elite duas décadas mais jovem.</p>
<h3>Quais são as metas de VO2max para uma velhice com qualidade de vida?</h3>
<p>Duas metas ideais são sugeridas para um <strong>VO2max</strong> que proporcione uma altíssima qualidade de vida na terceira idade:</p>
<ul>
<li>Atingir o nível de elite do VO2max para a idade e sexo, ou seja, estar entre os 2% com os maiores valores de VO2max;</li>
<li>Atingir o nível de elite do VO2max, porém com valores correspondentes a pessoas duas décadas mais jovens. Isso é fundamental para manter a capacidade de realizar atividades físicas cotidianas.</li>
</ul>
<h3>Por que é tão importante manter nosso VO2max em níveis elevados para nossa idade?</h3>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignright wp-image-812 size-medium" src="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/08/Consumo-Oxigenio-200x300.png" alt="Consumo Oxigênio" width="200" height="300" srcset="https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/08/Consumo-Oxigenio-200x300.png 200w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/08/Consumo-Oxigenio-682x1024.png 682w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/08/Consumo-Oxigenio-768x1152.png 768w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/08/Consumo-Oxigenio-1024x1536.png 1024w, https://nancyegasparini.com.br/lp/wp-content/uploads/2023/08/Consumo-Oxigenio.png 1181w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Existe um limite mínimo de <strong>VO2max</strong> para se manter vivo: para homens, o <strong>VO2max</strong> precisa ser igual ou maior que 18, e para mulheres, igual ou maior que 15.</p>
<p>Aos 80 anos, sem um programa específico de atividade física, a média do <strong>VO2max</strong> é de apenas 20, próximo ao limite para se manter vivo!</p>
<p>Quando comparamos pessoas com percentil de VO2max entre 0-25% com pessoas com percentil 50-75% do VO2max para uma mesma faixa etária, observa-se uma redução de 50% na mortalidade.</p>
<p>Nenhuma medicação proporciona esse efeito.</p>
<h3>Como manter e aumentar o VO2max com o envelhecimento?</h3>
<p>Para manter o <strong>VO2max</strong>, é importante realizar exercícios que acelerem o coração a 70-85% da frequência cardíaca máxima, o chamado exercício na Zona 2, com uma frequência semanal totalizando pelo menos 3 horas ou 4 sessões de 45 minutos cada:</p>
<p>Esse tipo de exercício utiliza fibras musculares tipo 1, as chamadas fibras lentas, promovendo esforço sem gerar lactato.</p>
<p>Para aumentar o <strong>VO2max</strong>, é importante praticar exercícios de alta intensidade intercalados com períodos de frequência cardíaca abaixo de 100 bpm, estimulando a biogênese mitocondrial e a remoção de mitocôndrias disfuncionais.</p>
<p>Exemplo: Duração de cada fase/intensidade</p>
<ul>
<li>4 minutos de máximo esforço que consegue sustentar</li>
<li>4 minutos (3 até 8 minutos) de corrida leve para a frequência cardíaca ficar &lt;100 bpm intensidade</li>
<li>1 a 2 vezes por semana</li>
<li>6 a 14 repetições por sessão</li>
</ul>
<h3>Quanto é possível aumentar o VO2max em idosos com treinamento?</h3>
<p>Após 8-10 semanas de treinamento, é possível aumentar o <strong>VO2max</strong> em até 13%, e após 24-32 semanas, em até 17%.</p>
<p>Atletas ciclistas com 80 anos podem apresentar um<strong> VO2max</strong> de 38, enquanto um atleta de 91 anos pode ter um <strong>VO2max</strong> de 36, o que equivale a um valor médio de VO2max de uma pessoa de 35 anos.</p>
<h3>Por que o treinamento de força é importante além do aeróbico?</h3>
<p>A partir dos 30 anos, a massa muscular começa a diminuir, chegando a uma redução de 40% aos 80 anos.</p>
<p>A perda de força na terceira idade é ainda mais rápida do que a perda de massa muscular, devido à perda de fibras musculares rápidas tipo 2.</p>
<p>Apenas a atividade do dia a dia e o treinamento aeróbico não evitam essa perda.</p>
<p>O treinamento de força é crucial para prevenir esses efeitos, bem como a fragilidade e a sarcopenia, que estão associados à perda de massa muscular e fraqueza.</p>
<h3>Quais exercícios mantêm e melhoram a força muscular?</h3>
<p>Alguns exercícios recomendados para manter e aumentar a força muscular são:</p>
<ul>
<li>Caminhadas ou subidas de montanha com peso nas costas de 22-25 kg, 3 a 4 vezes por semana;</li>
<li>Exercícios de força com as mãos, como caminhar segurando 50% do peso do corpo em cada mão, por 2 minutos para homens e 1,5 minutos para mulheres;</li>
<li>Prática de exercícios resistidos, envolvendo força concêntrica e excêntrica, como musculação e ginástica;</li>
<li>Realização de exercícios em diferentes ângulos para os músculos das pernas.</li>
</ul>
<p>É fundamental adotar uma abordagem abrangente que combine exercícios aeróbicos, treinamento de força e uma vida ativa para alcançar uma longevidade saudável, mantendo o <strong>VO2max</strong> e a força muscular ao longo dos anos.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em conclusão, podemos afirmar que a manutenção e aumento da força muscular e do <strong>VO2max</strong> são cruciais para uma vida melhor e mais longa, independentemente da idade.</p>
<p>Neste sentido, fica claro que o <strong>VO2max</strong> desempenha um papel crucial em nossa capacidade de gerar energia e manter um estilo de vida ativo, especialmente à medida que envelhecemos.</p>
<p>Condições como diabetes, sedentarismo e síndrome metabólica foram destacadas como prejudiciais, enfatizando a necessidade de promover hábitos saudáveis desde cedo.</p>
<p>O declínio natural do VO2max com a idade foi discutido, ressaltando a importância de metas específicas para garantir qualidade de vida na terceira idade. Essas metas incluem atingir níveis de elite, o que não apenas permite a realização de atividades físicas cotidianas, mas também reduz significativamente a mortalidade.</p>
<p>Portanto, a combinação de exercícios aeróbicos, treinamento de força e um estilo de vida ativo emerge como a estratégia ideal para alcançar uma vida mais longa e de melhor qualidade, mantendo tanto a força muscular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>Por</p>
<p><strong>Dr Luis Gasparini</strong></p>
<ul>
<li>Médico Radiologista</li>
<li>Pós-graduado em medicina fetal e ecocardiograma fetal,</li>
<li>Realiza exames de ultrassonografias obstétricas há mais de 30 anos,</li>
<li>Sócio fundador da clínica Nancy &amp; Gasparini</li>
</ul>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://nancyegasparini.com.br/lp/vo2max/">VO2max como aliado para uma vida melhor</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://nancyegasparini.com.br/lp">Nancy &amp; Gasparini</a>.</p>
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